|
|
|
Decisão do STF impõe rombo bilionário ao governo21/03/2013 - Mercado MÁRCIO FALCÃO Decisão tomada ontem pelo STF (Supremo Tribunal Federal) sobre a tributação de produtos e serviços importados vai causar um rombo bilionário nas contas do governo federal. O tribunal declarou inconstitucional a inclusão do estadual ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) no cálculo dos tributos federais PIS/Pasep e Cofins pagos nas operações de importação.
O imposto era incluído nessa base de cálculo desde 2004 e rendia bilhões aos cofres públicos. Não foram divulgados cálculos mais atualizados. Isso dá uma média de R$ 6,8 bilhões ao ano -um pouco menos do que o governo deixará de arrecadar com a desoneração da cesta básica (R$ 7,3 bilhões ao ano). O STF ainda não definiu, contudo, a partir de quando a decisão passará a ter efeito. O governo defende que só seja aplicada para futuras operações. Não há ainda uma data para que o plenário tome essa decisão. Dependendo da resposta do Supremo, o governo poderá ser obrigado a ressarcir quem questionou a taxação na Justiça. A inclusão do ICMS na base de cálculo dos impostos incidentes sobre as importações era questionada em cerca de 2.200 ações movidas por importadores em 22 tribunais do país. As instâncias vinham tendo entendimentos diversos sobre o assunto, mas a maioria era a favor da União. Os ministros do STF entenderam que a utilização do ICMS na base de cálculo das contribuições sociais fere o artigo 149 da Constituição por extrapolar a previsão de cobrança de impostos para importação. SITUAÇÃO IGUALITÁRIA O Supremo entendeu que não se sustentava o argumento do governo de que a taxação era para garantir situação igualitária entre o produtor nacional e o importador -ambos sujeitos ao recolhimento das contribuições sociais.
A União argumenta que a não incidência traria ao importador vantagem indevida sobre produtos ou serviços gerados no próprio país. A decisão do Supremo foi tomada por unanimidade. O caso começou a ser discuto em 2010 no tribunal. A relatora era a ministra Ellen Gracie, hoje aposentada. Ela votou pela derrubada da medida. Na sessão de ontem, outros nove ministros acompanharam o voto.
Para o ministro Gilmar Mendes, a base de cálculo não pode "violar regra clara do texto constitucional" e que "não há que buscar isonomia no ilícito". Fonte: http://www.folha.uol.com.br Outras NotíciasImóvel próprio é desejado por 7,9 milhões de famílias brasileirasOito em cada dez dessas famílias planejam utilizar linhas de financiamento, enquanto as demais devem pagar à vista com recursos pr&oacut...Veja dez dicas para evitar ciladas em investimentosEpaminondas Neto Do UOL, em São Paulo Há uma ampla oferta de esquemas duvidosos ou fraudulentos de investimentos para incautos ...
Cresce procura por imóveis mobiliados em SP; veja prós e contras24/03/2013 - 06h30 | ERIN MIZUTA COLABORAÇÃO PARA A FOLHA A facilidade de se mudar apenas com as malas p...Quer mudar seu plano de previdência? Veja o que levar em contaEpaminondas Neto Do UOL, em São Paulo Quem acumula recursos para a aposentadoria por meio de planos de previdência privada (a exem...Mais de 76% dos brasileiros desejam abrir o próprio negócioSÃO PAULO - A possibilidade de ser mais independente, se tornar o próprio chefe e de ter um retorno financeiro maior do que o salá...Oito em cada dez dessas famílias planejam utilizar linhas de financiamento, enquanto as demais devem pagar à vista com recursos próprios ou conquistados por meio de consórciosRenan Carreira, da Agência Estado SÃO PAULO - Levantamento nacional feito pelo Data Popular, instituto especializado em merca...Limite do FGTS na casa própria pode ter aumentoADRIANA FERNANDES, BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo De olho no aumento do crédito para estimular o crescimento do Produto Inte...Reajustes salariais com aumento real crescem em 2012Balanço do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) divulgado nesta quarta-feira revelou que 9... |
|||||||||
|
|
|
||||||||||||||||||||
|
||||||||||||||||||||